Bruno Lima – Magoh

PERFIL DO ARTISTA Bruno Lima- Magoh Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1993 Bruno Magoh é artista visual e grafiteiro, nascido em Aracaju, Sergipe, em 1993. Desde 2009, desenvolve uma trajetória que transita entre os muros da cidade e o espaço expositivo, construindo uma produção marcada pelo uso expressivo da cor, pela força simbólica das formas e pelo diálogo constante com o território urbano. Sua prática artística nasce do encontro entre o popular e o contemporâneo, compreendendo a rua como espaço legítimo de criação e circulação da arte. No grafite e na pintura, Bruno transforma a cidade em galeria aberta, criando imagens que dialogam diretamente com o cotidiano, as manifestações culturais e as histórias que atravessam o espaço urbano. Em suas obras, investiga as relações entre corpo, memória e pertencimento, traduzindo visualmente a presença das tradições e das identidades coletivas que resistem e se reinventam no tempo. Seus trabalhos evocam símbolos e narrativas que conectam passado e presente, reafirmando a arte urbana como linguagem potente de expressão cultural. Além das intervenções em espaços públicos, Bruno Magoh realizou exposições e participou de eventos e projetos de graffiti fora do estado de Sergipe, ampliando a circulação de sua produção e estabelecendo trocas com artistas de diferentes regiões do país. Essas experiências contribuem para o fortalecimento de sua pesquisa visual e para a ampliação de seus repertórios estéticos. Bruno integra o Coletivo Espaço Criativo, grupo responsável pela organização do Festival de Graffiti “Agora é a Vera”, iniciativa que vem fortalecendo a cena da arte urbana em Aracaju. Por meio do coletivo, o artista atua também na articulação cultural e na promoção de ações colaborativas que valorizam a produção local e o caráter coletivo da criação artística. Entre pesquisa e vivência, Bruno Magoh segue transformando a cidade em suporte e narrativa, celebrando as raízes culturais, o movimento urbano e a potência de criar a partir do encontro, da coletividade e da experiência compartilhada. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Sergipe de todas as cores Técnica: Grafite Atacante de várzea Técnica: mista sobre lona de algodãoFevereiro 2022 Moda Gueto Técnica: Acrílica sobre papel Sem título Técnica: Técnica mista sobre telaOutubro 2021 Sem título Técnica: Acrílica sobre papel Agosto 2021 Estamos em obras Técnica: Spray, tinta acrílica e caneta posca sobre tela 2021 Nenhum item encontrado Técnicas Pintura em tinta acrílica e tinta de parede, spray, marcadores, borrifadores, rolinhos, arte urbana, pintura mural, assemblage, ready-made, instalações, uso de papel reaproveitado e retalhos de tecidos. Temas Identidade, território, cultura popular, corpo, memória, pertencimento, manifestações culturais, cidade, coletividade, tradição e contemporaneidade. Exposições mapeadas Galeria de Arte J. Inácio• Exposição individual realizada no Shopping Prêmio, Aracaju, 2020(exposição realizada durante o período da pandemia) Outras exposições e circulações • Realização de exposições individuais e participação em mostras coletivas.• Participação em eventos e projetos de graffiti fora do estado de Sergipe.• Atuação no Festival de Graffiti “Agora é a Vera”, por meio do Coletivo Espaço Criativo.• Intervenções urbanas contínuas em Aracaju e outros territórios. Fontes • Registros da Galeria de Arte J. Inácio.• Informações do mapeamento institucional realizado no âmbito do projeto PreteSe.• Depoimentos e textos de apresentação do artista.• Registros do Coletivo Espaço Criativo e do Festival de Graffiti “Agora é a Vera”. Galeria de Arte J. Inácio• Exposição individual realizada no Shopping Prêmio, Aracaju, 2020(exposição realizada durante o período da pandemia) Outras exposições e circulações • Realização de exposições individuais e participação em mostras coletivas.• Participação em eventos e projetos de graffiti fora do estado de Sergipe.• Atuação no Festival de Graffiti “Agora é a Vera”, por meio do Coletivo Espaço Criativo.• Intervenções urbanas contínuas em Aracaju e outros territórios. • Registros da Galeria de Arte J. Inácio.• Informações do mapeamento institucional realizado no âmbito do projeto PreteSe.• Depoimentos e textos de apresentação do artista.• Registros do Coletivo Espaço Criativo e do Festival de Graffiti “Agora é a Vera”. CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Arthur Bispo do Rosário

PERFIL DO ARTISTA Arthur Bispo do Rosário Artista visual | Japaratuba-SE | Nasc. 1909 – Fal. 1989 Arthur Bispo do Rosário nasceu em 1909, na cidade de Japaratuba, em Sergipe. É reconhecido como um dos artistas mais singulares e emblemáticos da arte brasileira, com uma produção que escapa às categorias tradicionais e constrói uma linguagem própria, profundamente atravessada pela espiritualidade, pela memória e pela necessidade de organizar simbolicamente o mundo. Sua trajetória de vida é marcada por uma experiência espiritual intensa, que orientou sua produção artística ao longo de décadas. Durante o período em que viveu internado na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, Bispo desenvolveu um vasto conjunto de obras movido pela missão que acreditava ter recebido: inventariar o mundo e apresentá-lo a Deus no dia do Juízo Final. A obra de Arthur Bispo do Rosário é composta por objetos do cotidiano, tecidos, fios, utensílios, palavras e fragmentos reaproveitados, transformados em assemblagens, bordados e estandartes. Esses trabalhos formam um inventário visual complexo, no qual cada elemento carrega significados simbólicos, afetivos e espirituais, convertendo materiais simples em estruturas de grande potência poética. Seus bordados e objetos não se enquadram facilmente nas categorias convencionais das artes visuais. Ao contrário, tensionam os limites entre arte, escrita, objeto, ritual e documento, instaurando uma produção marcada pela repetição, pela minúcia e pela organização rigorosa, hoje compreendida como um sistema artístico singular e coerente. Atualmente, Arthur Bispo do Rosário ocupa lugar central na história da arte brasileira e em debates internacionais sobre arte e espiritualidade, memória e marginalização. Sua obra reafirma a potência criativa de sujeitos historicamente silenciados e evidencia outras formas de produção de conhecimento, sensibilidade e existência no campo das artes. Arthur Bispo do Rosário faleceu em 5 de julho de 1989, na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Grande Veleiro Técnica: Montagem, carpintaria, escrita, revestimento, bordado, costura, pintura, perfuração Arco e flecha Técnica: Revestimento, costura, bordado, escrita Manto da apresentação Técnica: Costura, bordado, escrita Manto da apresentação – Verso Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit. Quidem, provident. Carrossel Técnica: Montagem, carpintaria, pintura, costura, bordado, revestimento, escrita Eu Vim Técnica: Costura, bordado, escrita Nenhum item encontrado Técnicas Assemblagem, bordado, costura, desenho, escrita, objetos, estandartes, inventários visuais, reaproveitamento de materiais. Temas Espiritualidade, religiosidade, ancestralidade, memória, identidade, ordenação do mundo, cotidiano, simbologia, corpo e fé, existência, catalogação da vida. Exposições mapeadas Galeria de Arte Sesc Centro• Exposição, 2017 Outras exposições e circulações Arthur Bispo do Rosário possui ampla circulação nacional e internacional, sendo reconhecido como um dos artistas mais importantes da arte brasileira do século XX. Fora do recorte institucional específico deste mapeamento, destacam-se algumas exposições fundamentais para a consolidação e difusão de sua obra: • À Margem da Vida, 1982Exposição que marcou a apresentação pública inicial de sua obra, contribuindo decisivamente para sua inserção no circuito artístico brasileiro. • Arthur Bispo do Rosário: o inventário do universo, 1993Mostra seminal que organizou e apresentou seu vasto conjunto de trabalhos como um sistema artístico coerente, consolidando sua recepção crítica. • 46ª Bienal de Veneza, 1995Participação histórica que inseriu sua obra no circuito internacional, ampliando significativamente seu reconhecimento fora do Brasil. • Brasil + 500 – Mostra do Redescobrimento, 2000Exposição de grande impacto institucional, na qual sua obra integrou o núcleo Imagens do Inconsciente, reafirmando sua importância na história da arte brasileira. Fontes • Registro Galeria de Arte Sesc Centro (documento institucional do mapeamento).• Catálogos das exposições À Margem da Vida (1982) e Arthur Bispo do Rosário: o inventário do universo (1993).• Registros institucionais da 46ª Bienal de Veneza (1995).• Catálogo oficial da exposição Brasil + 500 – Mostra do Redescobrimento (2000).• Acervo e textos institucionais do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.• Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. Galeria de Arte Sesc Centro• Exposição, 2017 Outras exposições e circulações Arthur Bispo do Rosário possui ampla circulação nacional e internacional, sendo reconhecido como um dos artistas mais importantes da arte brasileira do século XX. Fora do recorte institucional específico deste mapeamento, destacam-se algumas exposições fundamentais para a consolidação e difusão de sua obra: • À Margem da Vida, 1982Exposição que marcou a apresentação pública inicial de sua obra, contribuindo decisivamente para sua inserção no circuito artístico brasileiro. • Arthur Bispo do Rosário: o inventário do universo, 1993Mostra seminal que organizou e apresentou seu vasto conjunto de trabalhos como um sistema artístico coerente, consolidando sua recepção crítica. • 46ª Bienal de Veneza, 1995Participação histórica que inseriu sua obra no circuito internacional, ampliando significativamente seu reconhecimento fora do Brasil. • Brasil + 500 – Mostra do Redescobrimento, 2000Exposição de grande impacto institucional, na qual sua obra integrou o núcleo Imagens do Inconsciente, reafirmando sua importância na história da arte brasileira. • Registro Galeria de Arte Sesc Centro (documento institucional do mapeamento).• Catálogos das exposições À Margem da Vida (1982) e Arthur Bispo do Rosário: o inventário do universo (1993).• Registros institucionais da 46ª Bienal de Veneza (1995).• Catálogo oficial da exposição Brasil + 500 – Mostra do Redescobrimento (2000).• Acervo e textos institucionais do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea.• Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. 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Antônio da Cruz

PERFIL DO ARTISTA Antônio da Cruz Artista visual | Maruim-SE | Nasc. 1966 Antônio da Cruz é artista visual com trajetória consolidada no cenário das artes visuais sergipanas, com registros de atuação desde a década de 1980. Sua produção é marcada por uma investigação contínua sobre forma, matéria e experiência sensível, articulando técnica, percepção e construção poética. Um dos aspectos mais emblemáticos de sua trajetória é o trabalho escultórico em aço, material que se torna eixo central de sua linguagem artística. A relação direta com o metal, sua dureza, peso e resistência, levou o artista a ser reconhecido no circuito local como o “Poeta do Aço”, denominação que sintetiza sua capacidade de transformar um material rígido em construção poética e expressiva. Na escultura, Antônio da Cruz explora as possibilidades plásticas do aço sem dissociar técnica e sensibilidade. Suas obras evidenciam um diálogo entre força e delicadeza, no qual a matéria deixa de ser apenas suporte para assumir papel ativo na construção do sentido estético e simbólico. Paralelamente à produção escultórica, a pintura e o desenho permanecem presentes em sua trajetória como campos de experimentação visual. Nesses trabalhos, o artista desenvolve composições que dialogam com o cotidiano, a paisagem e a memória, estabelecendo relações entre o espaço vivido e a construção artística. A presença contínua de Antônio da Cruz em exposições realizadas ao longo de diferentes décadas evidencia seu papel na constituição do circuito artístico de Sergipe. Sua trajetória contribui para a compreensão das transformações das artes visuais no estado, ao mesmo tempo em que reafirma a centralidade do fazer artístico e da materialidade como elementos estruturantes de sua produção. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter O voo de Ícaro Técnica: Foto digital com incidência de luz de LED sobre “holoesgrafito Ano 2001 Uma noite em aldeia Técnica: Modelagem no aço carbono. Ano: 2023 Movimento contínuo Técnica: Modelagem em aço e resina. Ano: 2023 Como a Pluma e o Raio Técnica: Modelagem em aço Ano: 1996 Corpúsculo Técnica: Modelagem em aço inoxidável patinado. Ano: 2023 Transportador de grafeno Técnica: Modelagem no aço inoxidável patinado Ano: 2023 Nenhum item encontrado Técnicas Pintura, desenho, escultura, aço, artes visuais. Temas Memória, cotidiano, paisagem, materialidade, força simbólica da matéria, cultura sergipana, identidade, relação entre forma e matéria. Exposições mapeadas Cultart – Centro de Cultura e Arte da UFS• Exposição, 1986• Exposição, 1988• Exposição, 1996 Galeria de Arte Álvaro Santos• Exposição, 2006 Galeria de Arte J. Inácio• Exposição, 2017 Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão)• Exposição coletiva, 2025 Fontes • Registro Cultart – Centro de Cultura e Arte da UFS (documento institucional do mapeamento).• Registro Galeria de Arte Álvaro Santos (documento institucional do mapeamento).• Registro Galeria de Arte J. Inácio (documento institucional do mapeamento).• Registro Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) (documento institucional do mapeamento).• Informação biográfica fornecida pela pesquisadora no âmbito do projeto PreteSe. Cultart – Centro de Cultura e Arte da UFS• Exposição, 1986• Exposição, 1988• Exposição, 1996 Galeria de Arte Álvaro Santos• Exposição, 2006 Galeria de Arte J. Inácio• Exposição, 2017 Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão)• Exposição coletiva, 2025 • Registro Cultart – Centro de Cultura e Arte da UFS (documento institucional do mapeamento).• Registro Galeria de Arte Álvaro Santos (documento institucional do mapeamento).• Registro Galeria de Arte J. Inácio (documento institucional do mapeamento).• Registro Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) (documento institucional do mapeamento).• Informação biográfica fornecida pela pesquisadora no âmbito do projeto PreteSe. CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Allan D’Xangô

PERFIL DO ARTISTA Allan D’Xangô Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1986 Allan D’Xangô é artista visual sergipano cuja produção se constrói a partir do encontro entre arte, espiritualidade e identidade negra. Seu trabalho articula símbolos, cores e figuras que evocam a ancestralidade afro-brasileira, estabelecendo diálogos entre memória, pertencimento e afirmação cultural no campo das artes visuais. A pintura e o desenho ocupam lugar central em sua trajetória, acompanhados por experimentações com técnicas mistas e pelo grafite, linguagem que amplia o alcance de sua produção para além dos espaços expositivos tradicionais. Essas práticas visuais são atravessadas por referências ligadas às religiões de matriz africana, ao corpo negro e às experiências históricas da população negra. A dimensão espiritual aparece como elemento estruturante de sua obra, não apenas como tema, mas como forma de organização do pensamento visual. Em suas imagens, o sagrado, o cotidiano e o político se entrelaçam, criando composições que funcionam como territórios de afirmação e resistência simbólica. A musicalidade percussiva também atravessa sua produção artística, especialmente a partir de sua ligação com o Afoxé Di Preto, cujas sonoridades, ritmos e fundamentos culturais influenciam o modo como o artista pensa tempo, corpo e movimento em suas obras. Com participação recorrente em exposições coletivas em Aracaju, Allan D’Xangô mantém uma trajetória em construção, marcada pela consistência temática e pelo compromisso com uma arte que articula estética, identidade e posicionamento político, contribuindo para a ampliação das visualidades negras no circuito artístico sergipano. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela. Sem título Técnica: Pintura em tela Nenhum item encontrado Técnicas Pintura; desenho; grafite; técnicas mistas. Temas Arte afro-brasileira; referências de matriz africana; ancestralidade; espiritualidade; corporeidade negra; identidade; memória; resistência cultural; musicalidade percussiva; cultura de terreiro. Exposições mapeadas Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) Exposição coletiva – 2020 Exposição coletiva – 2021 Exposição coletiva – 2025 Fontes Registro Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) (documento institucional do mapeamento). Textos curatoriais e descrições públicas associadas às exposições coletivas do espaço. Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) Exposição coletiva – 2020 Exposição coletiva – 2021 Exposição coletiva – 2025 Registro Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) (documento institucional do mapeamento). Textos curatoriais e descrições públicas associadas às exposições coletivas do espaço. Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. CONHEÇA MAIS ARTISTAS