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Calunga

Calunga

PERFIL DO ARTISTA Calunga Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1997 Calunga é artista visual e artista urbano, com atuação contínua no campo das artes visuais há seis anos. Seu nome artístico carrega significados profundos ligados às cosmologias africanas. Calunga é mar, passagem, vazio e imensidão, força e morte, conceito associado às crenças do povo Yorubá e ao mundo dos ancestrais, dimensões simbólicas que atravessam diretamente sua produção artística. Formado em Design Gráfico pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Calunga teve formação complementar no Ateliê 745, onde foi aluno do mestre Elias Santos, experiência que contribuiu para o aprofundamento técnico e poético de sua prática pictórica. Sua trajetória articula a pintura de rua, a pintura de ateliê e a experimentação com materiais diversos, em um fazer que dialoga com o espaço urbano, a memória coletiva e os atravessamentos do corpo negro no cotidiano. Em 2024, foi vencedor do 28º Salão dos Novos, na Galeria de Arte Álvaro Santos (GAAS), reconhecimento que marca um momento importante de legitimação institucional de sua produção. No mesmo período, integrou exposições coletivas de relevância no cenário sergipano, como o II Salão Serigy (2023) e o III Salão Serigy (2024), realizados no contexto do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC). Ainda em 2024, foi um dos artistas premiados no Salão Vesta Viana, participando da programação oficial do FASC. Sua produção também se manifesta de forma expressiva no espaço público. Entre seus trabalhos de pintura urbana, destacam-se os painéis “Zambiapunga”, executado no Centro de Criatividade de Aracaju, e “Cacique Ba Xokó e Elisa Pankararu”, realizado no Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Sergipe (DCE/UFS). Essas obras reafirmam seu compromisso com a valorização de lideranças, símbolos ancestrais e narrativas negras e indígenas. Em 2025, Calunga realizou sua primeira exposição individual na Galeria de Arte Álvaro Santos, consolidando sua presença no circuito institucional das artes visuais em Sergipe. No mesmo ano, foi selecionado para representar o estado no Festival Internacional de Graffiti Pão e Tinta, em Recife, ampliando o alcance de sua produção para além do território sergipano. Suas pinturas abordam questões centrais do existir enquanto jovem negro periférico, como o orgulho identitário, a busca por raízes ancestrais soterradas pelo apagamento histórico e as dores provocadas pelo racismo estrutural cotidiano. Em sua poética, o desejo de aquilombar surge como estratégia de cura, reconexão e fortalecimento comunitário, atravessado por reflexões sobre amor afrocentrado, masculinidade negra e cultura periférica. O uso de materiais variados e suportes não convencionais reforça o caráter experimental e simbólico de sua obra, na qual matéria, gesto e território se articulam como formas de resistência e reexistência. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Cor de Pele d’Água   Técnica: acrílica, tinta de parede, canetão e stencil sobre tela Baía   Técnica: Pintura digital Cria II   Técnica: Pintura digital Muximba II   Técnica: Pintura digital Moa Angoleiro   Técnica: Pintura digital Paredões   Técnica: Pintura digital Nenhum item encontrado Técnicas Grafite, pintura, desenho, muralismo, arte urbana, técnicas mistas, pintura em tela. Temas Ancestralidade africana, identidade negra, juventude periférica, masculinidade negra, racismo estrutural, memória, aquilombamento, cura coletiva, amor afrocentrado, cultura periférica, espiritualidade e reconexão comunitária. Exposições mapeadas • 28º Salão dos Novos – Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• II Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2023).• III Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2024).• Salão Vesta Viana – programação oficial do FASC (2024). Outras exposições e circulações • Exposição individual – Galeria de Arte Álvaro Santos (2025).• Pinturas urbanas em eventos culturais e espaços públicos.• Painel “Zambiapunga” – Centro de Criatividade de Aracaju.• Painel “Cacique Ba Xokó e Elisa Pankararu” – DCE/UFS.• Representante de Sergipe no Festival Internacional de Graffiti Pão e Tinta (Recife, 2025). Fontes • Informações fornecidas pelo artista.• Registros institucionais da Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• Programações oficiais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC).• Documentação de eventos culturais e festivais de arte urbana. • 28º Salão dos Novos – Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• II Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2023).• III Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2024).• Salão Vesta Viana – programação oficial do FASC (2024). Outras exposições e circulações • Exposição individual – Galeria de Arte Álvaro Santos (2025).• Pinturas urbanas em eventos culturais e espaços públicos.• Painel “Zambiapunga” – Centro de Criatividade de Aracaju.• Painel “Cacique Ba Xokó e Elisa Pankararu” – DCE/UFS.• Representante de Sergipe no Festival Internacional de Graffiti Pão e Tinta (Recife, 2025). • Informações fornecidas pelo artista.• Registros institucionais da Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• Programações oficiais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC).• Documentação de eventos culturais e festivais de arte urbana. CONHEÇA MAIS ARTISTAS

Bruno Lima – Magoh

Bruno Lima – Magoh

PERFIL DO ARTISTA Bruno Lima- Magoh Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1993 Bruno Magoh é artista visual e grafiteiro, nascido em Aracaju, Sergipe, em 1993. Desde 2009, desenvolve uma trajetória que transita entre os muros da cidade e o espaço expositivo, construindo uma produção marcada pelo uso expressivo da cor, pela força simbólica das formas e pelo diálogo constante com o território urbano. Sua prática artística nasce do encontro entre o popular e o contemporâneo, compreendendo a rua como espaço legítimo de criação e circulação da arte. No grafite e na pintura, Bruno transforma a cidade em galeria aberta, criando imagens que dialogam diretamente com o cotidiano, as manifestações culturais e as histórias que atravessam o espaço urbano. Em suas obras, investiga as relações entre corpo, memória e pertencimento, traduzindo visualmente a presença das tradições e das identidades coletivas que resistem e se reinventam no tempo. Seus trabalhos evocam símbolos e narrativas que conectam passado e presente, reafirmando a arte urbana como linguagem potente de expressão cultural. Além das intervenções em espaços públicos, Bruno Magoh realizou exposições e participou de eventos e projetos de graffiti fora do estado de Sergipe, ampliando a circulação de sua produção e estabelecendo trocas com artistas de diferentes regiões do país. Essas experiências contribuem para o fortalecimento de sua pesquisa visual e para a ampliação de seus repertórios estéticos. Bruno integra o Coletivo Espaço Criativo, grupo responsável pela organização do Festival de Graffiti “Agora é a Vera”, iniciativa que vem fortalecendo a cena da arte urbana em Aracaju. Por meio do coletivo, o artista atua também na articulação cultural e na promoção de ações colaborativas que valorizam a produção local e o caráter coletivo da criação artística. Entre pesquisa e vivência, Bruno Magoh segue transformando a cidade em suporte e narrativa, celebrando as raízes culturais, o movimento urbano e a potência de criar a partir do encontro, da coletividade e da experiência compartilhada. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Sergipe de todas as cores   Técnica: Grafite Atacante de várzea   Técnica: mista sobre lona de algodãoFevereiro 2022 Moda Gueto   Técnica: Acrílica sobre papel Sem título   Técnica: Técnica mista sobre telaOutubro 2021 Sem título   Técnica: Acrílica sobre papel Agosto 2021 Estamos em obras   Técnica: Spray, tinta acrílica e caneta posca sobre tela 2021 Nenhum item encontrado Técnicas Pintura em tinta acrílica e tinta de parede, spray, marcadores, borrifadores, rolinhos, arte urbana, pintura mural, assemblage, ready-made, instalações, uso de papel reaproveitado e retalhos de tecidos. Temas Identidade, território, cultura popular, corpo, memória, pertencimento, manifestações culturais, cidade, coletividade, tradição e contemporaneidade. Exposições mapeadas Galeria de Arte J. Inácio• Exposição individual realizada no Shopping Prêmio, Aracaju, 2020(exposição realizada durante o período da pandemia) Outras exposições e circulações • Realização de exposições individuais e participação em mostras coletivas.• Participação em eventos e projetos de graffiti fora do estado de Sergipe.• Atuação no Festival de Graffiti “Agora é a Vera”, por meio do Coletivo Espaço Criativo.• Intervenções urbanas contínuas em Aracaju e outros territórios. Fontes • Registros da Galeria de Arte J. Inácio.• Informações do mapeamento institucional realizado no âmbito do projeto PreteSe.• Depoimentos e textos de apresentação do artista.• Registros do Coletivo Espaço Criativo e do Festival de Graffiti “Agora é a Vera”. Galeria de Arte J. Inácio• Exposição individual realizada no Shopping Prêmio, Aracaju, 2020(exposição realizada durante o período da pandemia) Outras exposições e circulações • Realização de exposições individuais e participação em mostras coletivas.• Participação em eventos e projetos de graffiti fora do estado de Sergipe.• Atuação no Festival de Graffiti “Agora é a Vera”, por meio do Coletivo Espaço Criativo.• Intervenções urbanas contínuas em Aracaju e outros territórios. • Registros da Galeria de Arte J. Inácio.• Informações do mapeamento institucional realizado no âmbito do projeto PreteSe.• Depoimentos e textos de apresentação do artista.• Registros do Coletivo Espaço Criativo e do Festival de Graffiti “Agora é a Vera”. CONHEÇA MAIS ARTISTAS