Gladston Barroso

PERFIL DO ARTISTA Gladston Barroso Artista visual | São Cristóvão-SE | Nasc. 1970 Gladston Barroso, conhecido artisticamente como Gal, é artista plástico e arte-educador, nascido em São Cristóvão, Sergipe, em 1970. Formado em Artes Visuais – Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe, construiu uma trajetória marcada pela experimentação técnica, pela presença constante no espaço urbano e pela atuação comprometida com a educação e a formação cultural. Seus experimentos transitam por diversas linguagens e materiais, incluindo desenho, pintura, nanquim, aquarela, óleo, carvão, giz, stencil, fotografia e xilogravura. Um aspecto central de sua prática é o uso de materiais reciclados, como papelão, madeira de demolição e fundos de armários descartados, incorporando a sustentabilidade como parte do processo criativo e do discurso artístico. Gal é figura recorrente nas ruas, praças, bancos e calçadas de São Cristóvão, onde pode ser encontrado desenhando, pintando ou realizando intervenções visuais. Seja sozinho ou acompanhado por seus alunos, desenvolve ações de grafite e lambe-lambe em muros e paredes devidamente autorizados, ampliando o acesso à arte e reforçando o espaço público como lugar legítimo de criação e aprendizagem. Como professor da Rede Municipal e Estadual, sua atuação pedagógica se articula diretamente com sua produção artística. Ao longo dos anos, desenvolveu e participou de diversas ações educativas e culturais, como feiras culturais, aulas-passeio, restauração de monumentos públicos com estudantes, visitas mediadas a museus, participação em mostras audiovisuais e projetos colaborativos com professores do Departamento de Artes da UFS. Em 2017, recebeu Menção Honrosa no Salão dos Novos, da Galeria J. Inácio, em Aracaju, reconhecimento importante dentro do circuito institucional. Nos anos de 2018 e 2019, foi um dos responsáveis pela área de artes visuais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), contribuindo para a consolidação do evento como espaço de valorização da produção local. Em 2020, realizou a exposição individual “Figure-se”, no Museu de Arte Sacra de São Cristóvão. A mostra, com curadoria de Milena Almeida e Laís Santos, reuniu obras produzidas ao longo de sua trajetória, evidenciando uma produção diária e constante, marcada pela liberdade expressiva e pela relação direta com o território. Para Gal, a valorização recente da cena artística sancristovense, a criação da Galeria Vesta Viana e a retomada do FASC foram fundamentais para o fortalecimento de sua prática e de sua visibilidade como artista negro e sancristovense. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Sem título Técnica: Xilogravura Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Técnica Mista Sem título Técnica: Xilogravura Velho Duca Técnica: Pintura digital Sem título Técnica: Xilogravura Nenhum item encontrado Técnicas Desenho; pintura; nanquim; aquarela; óleo; acrílica; carvão; giz; stencil; grafite; lambe-lambe; colagem; xilogravura; fotografia; uso de materiais reciclados; suportes alternativos (papelão, madeira de demolição). Temas Território; cotidiano; cultura sancristovense; educação; memória; rostos e caricaturas; expressão popular; sustentabilidade; intervenção urbana; arte e formação. Exposições mapeadas Galeria de Arte J. Inácio Salão dos Novos – Menção Honrosa – 2017 Museu de Arte Sacra de São Cristóvão Figure-se (exposição individual) – 2020 Outras exposições e circulações Participação contínua em exposições coletivas em São Cristóvão e Aracaju. Atuação na coordenação das artes visuais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) – 2018 e 2019. Participação no Salão de Artes Vesta Viana, com produção em larga escala. Intervenções urbanas e ações educativas em espaços públicos e institucionais. Fontes Depoimentos e entrevistas do artista. Registros institucionais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC). Arquivos da Galeria J. Inácio. Informações do Museu de Arte Sacra de São Cristóvão. Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. Galeria de Arte J. Inácio Salão dos Novos – Menção Honrosa – 2017 Museu de Arte Sacra de São Cristóvão Figure-se (exposição individual) – 2020 Outras exposições e circulações Participação contínua em exposições coletivas em São Cristóvão e Aracaju. Atuação na coordenação das artes visuais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC) – 2018 e 2019. Participação no Salão de Artes Vesta Viana, com produção em larga escala. Intervenções urbanas e ações educativas em espaços públicos e institucionais. Depoimentos e entrevistas do artista. Registros institucionais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC). Arquivos da Galeria J. Inácio. Informações do Museu de Arte Sacra de São Cristóvão. Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Fael Rocha

PERFIL DO ARTISTA Fael Rocha Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1995 Fael Rocha, nome artístico de Rafael Rocha Silva, é artista visual sergipano natural de Aracaju. Integra uma nova geração de artistas do estado, desenvolvendo uma prática que não se restringe a uma única linguagem e que se constrói a partir da experimentação entre diferentes técnicas e suportes. Desde cedo, interessou-se por diversas formas de expressão artística, como ilustração, música, escultura, bordado e dança. Ainda menino, frequentava o ateliê do Mestre Tonho, acompanhava apresentações de xaxado e quadrilhas juninas e se aproximava das manifestações culturais locais. Criado em um contexto com pouco acesso a galerias, oficinas ou formação artística formal, iniciou sua trajetória de modo autodidata, em diálogo direto com o território e suas vivências. Em 2015, ingressou no curso de Artes Visuais – Licenciatura da Universidade Federal de Sergipe, ampliando seu repertório técnico e conceitual. A partir desse período, passou a aprofundar pesquisas em pintura, desenho, escultura, instalação e vídeo-arte, estabelecendo uma relação muito próxima entre corpo, imagem e experiência sensível como formas de comunicação e tradução de afetos. Sua produção propõe uma revalorização do imaginário nordestino, especialmente da identidade sertaneja, buscando ressignificar a masculinidade do “homem sertanejo” a partir de referências simbólicas, culturais e poéticas. Em suas obras, o corpo aparece como elemento central, atravessado por memórias, sentimentos e vínculos com o território. Elementos da natureza do sertão são recorrentes em sua estética: o brilho do sol, da lua e do fogo; o fluxo das águas; a força das raízes; a resistência dos cactos e a presença da fauna sertaneja. Esses símbolos constroem um universo visual que se afasta de estereótipos regionalistas e propõe uma conexão profunda e contemporânea com o lugar de origem. Os discursos conceituais de Fael Rocha dialogam com leituras de autores como Albuquerque Júnior e Ariano Suassuna, articulando imagem, literatura e pensamento crítico. Sua obra busca alcançar outras pessoas por meio da sensibilidade, criando espaços de identificação, acolhimento e abertura ao sentir, ao mesmo tempo em que fortalece a cena de arte contemporânea em Sergipe. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Num potinho Técnica: Assemblagem Ninho Técnica: Cerâmica Cá dentro Técnica: Técnica Mista Fragmento Técnica: Técnica Mista Sonhador Técnica: Pintura em tela Encanto do sabiá Técnica: Pintura em tela Nenhum item encontrado Técnicas Ilustração; pintura; instalação; vídeo-arte; desenho; escultura; práticas experimentais; técnicas mistas. Temas Identidade sertaneja; masculinidade; território; imaginário nordestino; corpo; memória; natureza do sertão; simbologia (sol, lua, fogo, água, raízes, cactos e fauna); tradição e contemporaneidade. Exposições mapeadas Galeria de Arte Sesc Cícero Alves dos Santos (Véio) Sertão dos Meus Confins – 2024 Outras exposições e circulações Salão de Artes Vesta Viana – Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), São Cristóvão/SE – 2025. Residência Atravessar e Transver – Sertões – 2025. Participação em exposições coletivas e ações culturais vinculadas ao Sesc Sergipe e a projetos institucionais. Fontes Materiais institucionais do Sesc Sergipe. Textos publicados em O que é notícia em Sergipe. Informações do projeto PreteSe Registros da Secretaria da Economi.a / Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), Depoimentos e textos curatoriais associados às exposições do artista. Galeria de Arte Sesc Cícero Alves dos Santos (Véio) Sertão dos Meus Confins – 2024 Outras exposições e circulações Salão de Artes Vesta Viana – Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), São Cristóvão/SE – 2025. Residência Atravessar e Transver – Sertões – 2025. Participação em exposições coletivas e ações culturais vinculadas ao Sesc Sergipe e a projetos institucionais. Materiais institucionais do Sesc Sergipe. Textos publicados em O que é notícia em Sergipe. Informações do projeto PreteSe Registros da Secretaria da Economi.a / Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), Depoimentos e textos curatoriais associados às exposições do artista. CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Eurico Luiz

PERFIL DO ARTISTA Eurico Luiz Artista visual | Araçatuba SP- Aracaju-SE | Nasc. 1936 Eurico Luiz nasceu em Araçatuba, no interior de São Paulo, em 20 de novembro de 1936. Artista plástico de trajetória ampla e profundamente ligada ao espaço urbano, costumava definir-se como paulista de nascimento, baiano de coração e sergipano por adoção. Viveu por mais de três décadas em Aracaju, cidade onde construiu uma das produções artísticas mais emblemáticas do estado e onde faleceu, em 9 de dezembro de 2014. Formado em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Bahia, Eurico desenvolveu uma prática artística marcada pela inquietação criadora e pela diversidade de linguagens. Atuou como pintor, escultor, desenhista, cenógrafo e professor de pintura, mantendo uma produção constante e multifacetada. Detalhista, crítico e provocador, via a arte como um espaço de questionamento e diálogo, buscando, por meio das formas, provocar o sentimento interior do observador. Em sua iconografia, destacam-se temas como paisagens remanescentes da Mata Atlântica, cenas do cotidiano nordestino, feiras, igrejas, casarios, retratos, naturezas-mortas e figuras sacras. As madonas, frequentemente sincretizadas com elementos das religiões de matriz africana, simbolizam sua visão contemplativa da natureza e da espiritualidade, enquanto os cajus tornaram-se marca recorrente desde sua chegada a Aracaju, consolidando-se como símbolos afetivos da cidade. Outra série emblemática de sua produção é a dos “Cabeças-Chatas”, iniciada em 1964, na qual retratava crianças desnutridas das periferias, denunciando a miséria social de forma direta e sensível. Essas obras revelam o compromisso de Eurico com uma arte que não se limita ao campo estético, mas dialoga com questões sociais e humanas profundas. Eurico Luiz teve papel ativo na vida cultural sergipana. Foi presidente da Associação dos Artistas Plásticos Sergipanos e fundador da Galeria de Arte e Ateliê Livre Eurico Luiz (GALEU), na década de 1970. Participou intensamente das manifestações culturais dos anos 1980, criando cenários para espetáculos, decorações públicas e realizando projetos artísticos de grande impacto visual. Também foi responsável por uma das restaurações do Palácio-Museu Olímpio Campos, reafirmando sua atuação como artífice cuidadoso do patrimônio cultural. Seu legado mais visível está nas inúmeras obras públicas espalhadas por Aracaju, que se tornaram referências urbanas e turísticas. Entre elas, destacam-se o obelisco em forma de caju na ponte da Coroa do Meio; os painéis do Gonzagão, no bairro Augusto Franco; os murais do Parque dos Cajueiros; e o conjunto escultórico da Praça do Iate Clube, composto pelo boto em homenagem ao legendário Zé Peixe, pelo brasão de Aracaju, por uma grande arara e por cajus monumentais. Essas obras consolidaram Eurico Luiz como um dos pioneiros das intervenções urbanas na capital sergipana. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Cabeça Chata Técnica: Óleo sobre Tela Cabeça chata- II Técnica: Óleo sobre Tela Nossa Senhora Técnica: Óleo sobre eucatex Ao cair da tarde Técnica: Óleo sobre Tela Ruas de Laranjeiras Técnica: Óleo sobre Tela Bairro da Liberdade – Bahia Técnica: óleo sobre placa Nenhum item encontrado Técnicas Pintura; escultura; técnica mista; desenho; cenografia; murais; arte pública; restauração artística. Temas Alma humana; identidade; pertencimento; natureza; mata atlântica; crítica ambiental; religiosidade; sincretismo; cultura nordestina; símbolos urbanos; infância e exclusão social; memória coletiva. Exposições mapeadas Galeria de Arte Álvaro Santos Exposição individual – 1997 Outras exposições e circulações Além do recorte institucional deste mapeamento, Eurico Luiz participou de diversas exposições e circulações relevantes, entre as quais se destacam: Exposições individuais na Galeria Portal (São Paulo), Galeria Macunaíma (Rio de Janeiro) e Galeria Bazarte (Salvador). Participações em exposições nos Estados Unidos, incluindo Pensilvânia, Nova Iorque e Los Angeles. Participação no Salão de Artistas Baianos, em Madri, Espanha. Presença recorrente nos Festivais de Arte de São Cristóvão, Fontes Textos biográficos e registros institucionais sobre o artista. Arquivos da Galeria de Arte Álvaro Santos. Registros da Associação dos Artistas Plásticos Sergipanos. Matérias jornalísticas e memoriais culturais sobre a arte pública de Aracaju. Levantamento realizado no âmbito do projeto Galeria de Arte Álvaro Santos Exposição individual – 1997 Outras exposições e circulações Além do recorte institucional deste mapeamento, Eurico Luiz participou de diversas exposições e circulações relevantes, entre as quais se destacam: Exposições individuais na Galeria Portal (São Paulo), Galeria Macunaíma (Rio de Janeiro) e Galeria Bazarte (Salvador). Participações em exposições nos Estados Unidos, incluindo Pensilvânia, Nova Iorque e Los Angeles. Participação no Salão de Artistas Baianos, em Madri, Espanha. Presença recorrente nos Festivais de Arte de São Cristóvão, Textos biográficos e registros institucionais sobre o artista. Arquivos da Galeria de Arte Álvaro Santos. Registros da Associação dos Artistas Plásticos Sergipanos. Matérias jornalísticas e memoriais culturais sobre a arte pública de Aracaju. Levantamento realizado no âmbito do projeto CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Éverton Santos

PERFIL DO ARTISTA Éverton Santos Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1947 José Éverton dos Santos nasceu em 1947, em Aracaju, Sergipe. É o mais velho de quatro irmãos de uma família marcada pela presença da arte e cresceu entre as ruas Riachão e Maruim, nas proximidades da antiga Maloca e da Baixa Fria, territórios que atravessam profundamente sua memória afetiva e sua produção artística. Desde a infância, demonstrou interesse pelo desenho e pela criação visual. Ainda criança, aos oito anos, desenhava nas calçadas do bairro Cirurgia, revelando uma inclinação precoce para as artes. Sua formação artística se deu de forma majoritariamente autodidata: realizou um curso de Desenho Artístico por correspondência e aprofundou seus estudos de maneira independente, construindo sua linguagem a partir da observação, da prática constante e do contato com referências diversas. Como a arte nem sempre foi suficiente para garantir sua subsistência, Éverton Santos trabalhou como técnico em pontes e estradas, profissão que lhe possibilitou viajar por diferentes regiões do Brasil. Essas viagens ampliaram seu repertório visual e cultural, influenciando diretamente sua percepção de mundo e a maneira como passou a elaborar suas obras. Em 1973, realizou sua primeira exposição individual na Galeria de Arte Álvaro Santos, marco fundamental de sua trajetória pública como artista. A partir daí, consolidou uma produção contínua, participando de exposições individuais e coletivas em Sergipe e em outros estados brasileiros, como Bahia, Pernambuco, Alagoas e Distrito Federal. Sua linguagem visual articula elementos do expressionismo, do surrealismo e do realismo, resultando em obras de forte carga simbólica. Pinturas e esculturas apresentam figuras humanas, animais e composições antropomórficas ou zooantropomórficas, que evocam ancestralidade africana, memória coletiva e a vivência social do Nordeste, frequentemente associadas a críticas às desigualdades e às mazelas sociais. Em 2018, participou da exposição “Entre Irmãos”, uma homenagem ao irmão músico, na qual apresentou 35 obras entre pinturas e esculturas. A mostra evidenciou seu interesse em recompor o estatuto do belo a partir de raízes culturais profundas, reafirmando seu compromisso com uma arte conectada à memória, à identidade e à experiência popular. A trajetória de José Éverton dos Santos representa uma geração de artistas sergipanos que, mesmo sem formação acadêmica formal em artes visuais, construiu uma produção sólida e expressiva. Seu trabalho reafirma a arte como forma de resistência, expressão autêntica e preservação da ancestralidade, contribuindo de maneira significativa para a história cultural de Sergipe. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Capela dos Vieira Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Da Série Ensaio sobre o Cangaço Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Nenhum item encontrado Técnicas Pintura; desenho; escultura; modelagem; técnicas mistas. Temas Ancestralidade africana; identidade; memória; cotidiano nordestino; crítica social; simbolismo; figuras humanas e animais; antropomorfismo; vivência popular; cultura periférica. Exposições mapeadas Galeria de Arte Álvaro Santos Exposição individual – 1973 Outras exposições e circulações Exposições individuais e coletivas em cidades como Aracaju, Salvador, Recife, Maceió e Brasília. Exposição “Entre Irmãos” – 2018. Participações em salões, bienais e mostras coletivas ao longo de sua trajetória. Destaque em programas e reportagens culturais, como o Giro Sergipe, apresentando sua obra e ateliê ao público. Fontes Matérias e reportagens da Rede Globo. Publicações do Jornal do Dia. Informações institucionais da Galeria de Arte Álvaro Santos. Registros da Secretaria Especial de Desburocratização. Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. Galeria de Arte Álvaro Santos Exposição individual – 1973 Outras exposições e circulações Exposições individuais e coletivas em cidades como Aracaju, Salvador, Recife, Maceió e Brasília. Exposição “Entre Irmãos” – 2018. Participações em salões, bienais e mostras coletivas ao longo de sua trajetória. Destaque em programas e reportagens culturais, como o Giro Sergipe, apresentando sua obra e ateliê ao público. Matérias e reportagens da Rede Globo. Publicações do Jornal do Dia. Informações institucionais da Galeria de Arte Álvaro Santos. Registros da Secretaria Especial de Desburocratização. Levantamento realizado no âmbito do projeto PreteSe. CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Elias Santos

PERFIL DO ARTISTA Elias Santos Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1964 Elias Santos nasceu em 1964, em Aracaju, Sergipe. Artista visual com trajetória sólida e continuada, desenvolve uma produção marcada pelo desenho e, sobretudo, pela gravura, com ênfase na xilogravura. Sua atuação se destaca não apenas pela criação artística, mas também pelo trabalho contínuo como instrutor, produtor cultural e agente de difusão das artes visuais no estado. É graduado em História pela Universidade Tiradentes e realizou estudos na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) como bolsista, onde aprofundou sua formação artística. Participou ainda de oficinas no Museu de Arte Moderna da Bahia, com estudos em xilogravura, litogravura e desenho da figura humana, ampliando seu repertório técnico e conceitual. Sua formação inclui também experiências internacionais. Nos Estados Unidos, frequentou aulas de desenho da figura humana no Community College of Rhode Island (CCRI), em Lincoln, sob orientação do professor Robin Wiseman, incorporando novas referências ao seu percurso artístico. Em Sergipe, Elias Santos possui atuação decisiva na formação artística. Desde 1983, é instrutor efetivo do SENAC, ministrando cursos ligados às artes visuais. Também é responsável pelo Núcleo de Arte Florival Santos, em parceria com a Sociedade Semear, onde leciona desenho, xilogravura, pintura e escultura, contribuindo diretamente para a formação de gerações de artistas. Sua produção artística é amplamente reconhecida em salões e exposições pelo Brasil, com diversas premiações ao longo da carreira. Em 2009, expôs no Museu Casa da Xilogravura, em Campos do Jordão (SP), e em 2011 integrou a mostra Xilogravura Nordestina: trajetória e evolução, no Centro Dragão do Mar, em Fortaleza (CE). Entre seus projetos de maior impacto está o Gravura de Inverno, criado em 2005, voltado à promoção e difusão da xilogravura em Sergipe. O projeto percorreu mais de 25 municípios e foi contemplado por cinco anos consecutivos pelo BNB de Cultura, além de receber apoio de editais nacionais como Funarte e Ministério da Cultura. Ao longo desses projetos, Elias realizou oficinas, ações educativas, intervenções e exposições que fortaleceram a circulação da gravura no estado. Sua produção também dialoga com a cultura popular e a memória nordestina, como evidenciado em séries e trabalhos dedicados ao cangaço, à literatura de cordel e a personagens históricos. Atualmente, Elias Santos segue atuando de forma ativa em Aracaju, articulando criação artística, formação e políticas de difusão cultural. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Homenagem a Luiz Antônio Barreto Técnica: Escultura Mestre Deca do Cacumbi Técnica: Escultura Obra da série Cinzentos Técnica: Escultura Busto da jurista Maria Rita Soares Técnica: Escultura Da Série Ensaio sobre o Cangaço Técnica: Xilogravura Da Série Ensaio sobre o Cangaço Técnica: Xilogravura Nenhum item encontrado Técnicas Desenho; gravura; xilogravura; litogravura; objetos; instalação; escultura; intervenção gráfica. Temas Cultura nordestina; memória; identidade; cangaço; cultura popular; religiosidade; território; figuras históricas; tradição gráfica; cotidiano. Exposições mapeadas Galeria de Arte Sesc Centro Sinais – 2012 Viva Dominguinhos – 2014 Galeria de Arte J. Inácio No tecido da existência – 2024 Outras exposições e circulações Entre as diversas participações fora do recorte institucional deste mapeamento, destacam-se:• Museu Casa da Xilogravura – Campos do Jordão, SP (2009).• Xilogravura Nordestina: trajetória e evolução – Centro Dragão do Mar, Fortaleza, CE (2011).• Ensaio sobre o Cangaço: xilogravuras Elias Santos – XXXVII Encontro Cultural de Laranjeiras, SE (2012).• Múltiplos: xilogravadores sergipanos em Campos do Jordão – SP (2009). Fontes Texto biográfico e curricular fornecido pela pesquisadora. Blog oficial do artista: https://eliasgraficos.blogspot.com/p/ensaio-sobre-o-cangaco.html. Registros institucionais de exposições e projetos culturais. Catálogos publicados (Ruídos, Ensaio sobre o Cangaço, Múltiplos). Levantamento realizado no âmbito do projeto Galeria de Arte Sesc Centro Sinais – 2012 Viva Dominguinhos – 2014 Galeria de Arte J. Inácio No tecido da existência – 2024 Outras exposições e circulações Entre as diversas participações fora do recorte institucional deste mapeamento, destacam-se:• Museu Casa da Xilogravura – Campos do Jordão, SP (2009).• Xilogravura Nordestina: trajetória e evolução – Centro Dragão do Mar, Fortaleza, CE (2011).• Ensaio sobre o Cangaço: xilogravuras Elias Santos – XXXVII Encontro Cultural de Laranjeiras, SE (2012).• Múltiplos: xilogravadores sergipanos em Campos do Jordão – SP (2009). Texto biográfico e curricular fornecido pela pesquisadora. Blog oficial do artista: https://eliasgraficos.blogspot.com/p/ensaio-sobre-o-cangaco.html. Registros institucionais de exposições e projetos culturais. Catálogos publicados (Ruídos, Ensaio sobre o Cangaço, Múltiplos). Levantamento realizado no âmbito do projeto CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Ednaldo Nogueira

PERFIL DO ARTISTA Edinaldo Nogueira Artista visual | Laranjeiras-SE | Nasc. 1968 Ednaldo Nogueira é artista plástico sergipano, natural de Laranjeiras, Sergipe. De origem humilde, descobriu o caminho das artes ainda na infância, aos sete anos de idade, iniciando uma trajetória marcada pela persistência, pelo trabalho contínuo e pela defesa das artes visuais em Sergipe e no Brasil. Atualmente com mais de quatro décadas de vivência artística, construiu um percurso consistente e amplamente reconhecido em âmbito regional, nacional e internacional. Formado em Administração e pós-graduando em Gestão Pública, Ednaldo desenvolveu sua formação artística de maneira sólida, sendo aluno de mestres importantes das artes visuais sergipanas, como Leonardo Alencar, Eurico Luiz, Dioneia Pátson e Catanho Neto. Essa formação plural se reflete em uma produção versátil, que transita por diferentes linguagens, incluindo pintura, escultura, caricatura, charge, ilustração e criação de objetos artísticos. Sua obra dialoga diretamente com a cultura sergipana, a paisagem nordestina e o cotidiano popular, articulando referências que atravessam o realismo, a caricatura e a abstração. A estética plural e acessível de seu trabalho reafirma a potência das experiências locais, estabelecendo conexões entre memória, identidade e território. Ao longo da carreira, participou de exposições e salões de arte em diversos estados brasileiros, como Sergipe, Bahia, Alagoas, Paraíba, Maranhão, Brasília e São Paulo, ampliando a circulação de sua produção. No cenário internacional, teve obras expostas em países como França, Itália e Portugal, consolidando sua projeção fora do Brasil. Recentemente, participou do Salão de Arte de São Paulo e foi selecionado para o Salão de Artes de Florença, na Itália, evento bienal de grande relevância no circuito internacional. Ednaldo também atuou na criação de cenários para a minissérie Teresa Batista Cansada de Guerra, da Rede Globo, baseada na obra de Jorge Amado, experiência que contribuiu para ampliar a visibilidade de seu trabalho em escala nacional. É autor de importantes projetos de incentivo à cultura, como o Projeto Galeria em Aberto e o 1º e 2º Salões de Arte Contemporânea de Laranjeiras, iniciativas voltadas à democratização do acesso às artes visuais e à valorização da produção local. Ao longo de sua trajetória, recebeu diversos prêmios e reconhecimentos, entre eles o título de melhor artista sergipano concedido por duas vezes pela Associação Sergipana de Imprensa (ASI), o Troféu SESI de Reconhecimento, dez premiações no Concurso de Cartazes do Encontro Cultural de Laranjeiras, além do primeiro lugar na categoria geral do 14º Salão de Artes Plásticas de Itupeva, em São Paulo, em 2023. Também foi agraciado com o Prêmio Personalidade Destaque do Vale do Cotinguiba 2025. Em 2025, no contexto das comemorações pelos 170 anos de Aracaju, realizou uma ação de pintura ao vivo na Praça Fausto Cardoso. As obras produzidas durante a intervenção integraram a exposição Meu olhar sobre Aracaju: 170 anos e muito mais, apresentada no Mirante da 13 de Julho. No mesmo período, teve um painel artístico incorporado ao gabinete da prefeita de Aracaju, reforçando o reconhecimento institucional de sua produção. A trajetória de Ednaldo Nogueira reafirma a força das raízes sergipanas no campo das artes visuais. Seu trabalho demonstra que a arte produzida a partir do cotidiano e das experiências populares pode alcançar diferentes territórios, mantendo viva a potência criativa que emerge da memória, da luta e da identidade cultural de Sergipe. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Moinho Folclórico Técnica: Mista S/Ferro Cone Artístico Técnica: Óleo sobre PVC Passo largo Técnica: Sucata de ferro Sem título Técnica: Técnica mista Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Nenhum item encontrado Técnicas Desenho; pintura; escultura; caricatura; charge; ilustração; criação de objetos artísticos; pintura ao vivo (live paint). Temas Cultura local; cotidiano nordestino; natureza; memória urbana; identidade; estética popular; relações entre realismo, caricatura e abstração; território; arte periférica. Exposições mapeadas Galeria de Arte Sesc Centro Exposição – 2011 Outras exposições e circulações Participação em exposições e salões de arte em diferentes estados do Brasil. Exposições internacionais realizadas na Itália e na França. Exposição “Meu olhar sobre Aracaju: 170 anos e muito mais” – Mirante da 13 de Julho, Aracaju (2025). Ações de pintura ao vivo (live paint) em espaços públicos e eventos culturais. Fontes Matérias e entrevistas publicadas em O que é notícia em Sergipe, F5 News e A8 Sergipe. Informações institucionais da Prefeitura de Aracaju. Registros do Sesc Sergipe. Levantamento realizado no âmbito do projeto Galeria de Arte Sesc Centro Exposição – 2011 Outras exposições e circulações Participação em exposições e salões de arte em diferentes estados do Brasil. Exposições internacionais realizadas na Itália e na França. Exposição “Meu olhar sobre Aracaju: 170 anos e muito mais” – Mirante da 13 de Julho, Aracaju (2025). Ações de pintura ao vivo (live paint) em espaços públicos e eventos culturais. Matérias e entrevistas publicadas em O que é notícia em Sergipe, F5 News e A8 Sergipe. Informações institucionais da Prefeitura de Aracaju. Registros do Sesc Sergipe. Levantamento realizado no âmbito do projeto CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Edidelson Silva

PERFIL DO ARTISTA Edidelson Silva Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1966 Edidelson Silva é artista plástico, cartunista e chargista, nascido em Aracaju, Sergipe, em 1966. Sua trajetória artística teve início ainda na juventude, quando, aos 16 anos, participou do 1º Salão dos Novos, realizado em 1983 na Galeria Álvaro Santos, evento fundamental para a revelação de novos talentos no cenário artístico sergipano. Desde o início de sua carreira, Edidelson construiu uma produção marcada pela diversidade de linguagens, transitando entre pintura, desenho, muralismo, cerâmica e artes gráficas. Essa multiplicidade técnica acompanha uma investigação contínua sobre o cotidiano urbano, o comportamento social e a crítica política, muitas vezes atravessada pelo humor e pela ironia. Como cartunista e chargista, Edidelson possui atuação expressiva na imprensa, com produção voltada especialmente para a charge política e social. Seu trabalho gráfico alcança grande circulação, dialogando diretamente com o público por meio de jornais, materiais institucionais e campanhas educativas, consolidando sua presença no imaginário urbano da cidade. Paralelamente à atuação na imprensa, Edidelson desenvolveu uma trajetória consistente no campo das artes visuais, com exposições individuais e coletivas em Sergipe e em outras regiões do Brasil. Em 1988, realizou sua primeira exposição individual, “Figuras Surrealistas”, na Galeria Florival Santos (CULTART/UFS), marcando um momento importante de afirmação de sua linguagem artística. Sua produção também ultrapassou o circuito nacional. Em 1992, participou de uma exposição coletiva de pintores brasileiros em Providence, Rhode Island (EUA), ampliando a circulação internacional de sua obra. Ao longo dos anos, integrou salões, bienais e exposições institucionais, além de receber importantes premiações no campo das artes plásticas e do humor gráfico. Como muralista, Edidelson Silva realizou diversos trabalhos em espaços públicos e institucionais, explorando diferentes técnicas e suportes. Seus painéis estão presentes em locais como o Balneário do SESC/Atalaia, o Terminal Fernando Sávio, a CODISE, o Centro de Convenções de Sergipe (CIC), a DESO e escolas da rede municipal, reforçando sua relação direta com a cidade e com o espaço público. Além das artes visuais e gráficas, Edidelson atua como ilustrador de livros, contribuindo para publicações acadêmicas, literárias e educativas. Atualmente, assina charges diárias no Jornal do Dia, além de desenvolver ilustrações e materiais educativos para instituições como o Detran/SE e a SMTT/Aracaju, mantendo uma produção ativa e conectada às questões contemporâneas. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Arte para a capa da revista Cumbuca Técnica: Pintura em tela Retorno ao por do sol Técnica: Pintura em tela Sururu Técnica: Pintura em tela Catadoras de caranguejo Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Sem título Técnica: Pintura em tela Nenhum item encontrado Técnicas Pintura; desenho; muralismo; cerâmica; cartum; charge; ilustração; intervenções urbanas. Temas Cotidiano urbano; crítica social; política; humor gráfico; cultura popular; identidade; cidade; comportamento social; memória. Exposições mapeadas Cultart – Centro de Cultura e Arte da UFS Figuras Surrealistas (exposição individual) – 1988 Galeria de Arte J. Inácio Humanos e Urbanos – 2007 Outras exposições e circulações III Bienal de Santos (SP) – Salão Paralelo (1991). Exposição coletiva de Pintores Brasileiros – Providence, Rhode Island (EUA) (1992). Exposição individual no Projeto Arte na Empresa – Energipe (2007). Participações em exposições coletivas em Aracaju entre 2007 e 2010. Além disso, realizou murais e painéis em cerâmica em espaços públicos e institucionais, como escolas municipais, SEFAZ/SE e órgãos estaduais, ampliando o alcance social e urbano de sua produção artística. Fontes Informações biográficas e curriculares do artista (RI UFS). Registros institucionais da Galeria Álvaro Santos, Cultart/UFS e Galeria J. Inácio. Materiais de imprensa e registros de exposições nacionais e internacionais. Levantamento realizado no âmbito do projeto Cultart – Centro de Cultura e Arte da UFS Figuras Surrealistas (exposição individual) – 1988 Galeria de Arte J. Inácio Humanos e Urbanos – 2007 Outras exposições e circulações III Bienal de Santos (SP) – Salão Paralelo (1991). Exposição coletiva de Pintores Brasileiros – Providence, Rhode Island (EUA) (1992). Exposição individual no Projeto Arte na Empresa – Energipe (2007). Participações em exposições coletivas em Aracaju entre 2007 e 2010. Além disso, realizou murais e painéis em cerâmica em espaços públicos e institucionais, como escolas municipais, SEFAZ/SE e órgãos estaduais, ampliando o alcance social e urbano de sua produção artística. Informações biográficas e curriculares do artista (RI UFS). Registros institucionais da Galeria Álvaro Santos, Cultart/UFS e Galeria J. Inácio. Materiais de imprensa e registros de exposições nacionais e internacionais. Levantamento realizado no âmbito do projeto CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Dayane Dantas

PERFIL DO ARTISTA Dayane Dantas Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1989 Dayane Dantas é artista visual, realizadora audiovisual e fotógrafa sergipana. Atua no campo do audiovisual desde 2014, desenvolvendo uma trajetória marcada pela articulação entre arte e vida como formas indissociáveis de expressão, registro e elaboração sensível da experiência. Sua produção transita entre o documentário, o experimental e a fotografia, com atenção especial às narrativas de memória, identidade e território. Dirigiu o curta experimental Rios que Correm (2021), obra que investiga fluxos, atravessamentos e permanências a partir de uma abordagem sensível e poética da imagem. Em 2018, realizou o documentário Xokós – 38 anos de (re)conquista da Ilha de São Pedro, que registra a luta, a história e os processos de resistência do povo Xokó, reafirmando seu compromisso com narrativas coletivas e com a valorização de saberes tradicionais. Ao longo de sua trajetória, colaborou em diversas produções audiovisuais sergipanas, atuando em múltiplas funções técnicas, como captação de imagem, som direto, câmera e direção de fotografia em curtas-metragens e videoclipes. Essa atuação múltipla reflete uma prática integrada, em que o domínio técnico dialoga com uma escuta sensível dos corpos, dos espaços e das histórias narradas. Em 2025, realizou a segunda direção e a direção de fotografia do filme Corpo Memória, Caminhar de Volta para Casa, aprofundando sua investigação sobre corpo, lembrança e retorno, tanto no sentido físico quanto simbólico. Paralelamente ao audiovisual, desenvolve trabalhos autorais em fotografia, além de assinar fotografias still para projetos audiovisuais, expandindo sua pesquisa visual para diferentes formatos e suportes. Dayane também atua no campo da produção cultural e da curadoria. Em 2021, produziu e apresentou o podcast Sergipretas, dedicado a dar visibilidade às vozes, trajetórias e experiências de mulheres negras em Sergipe. Em 2024, integrou a curadoria e a produção da Mostra Ojú – Olhares de Terreiro, iniciativa voltada à valorização de produções audiovisuais atravessadas por saberes de matriz africana e pelas vivências de terreiro. Sua trajetória evidencia um fazer artístico comprometido com a memória, com o fortalecimento de narrativas negras e com a construção de espaços de visibilidade para histórias frequentemente silenciadas, utilizando o audiovisual e a fotografia como ferramentas de registro, escuta e reexistência. OBRAS DA ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Eu, barro vermelho que faz mulher – I Técnica: Fotografia Eu, barro vermelho que faz mulher- II Técnica: Fotografia Eu, barro vermelho que faz mulher- III Técnica: Fotografia Reza Técnica: Fotografia Desabrocho Técnica: Fotografia Danço o vento Técnica: Fotografia Nenhum item encontrado Técnicas Audiovisual experimental; documentário; direção; direção de fotografia; captação de imagem; som direto; câmera; fotografia autoral; fotografia still; produção audiovisual; curadoria e mediação cultural. Temas Memória, território, identidade, corpo, ancestralidade, narrativas negras, vivências coletivas, pertencimento, cultura tradicional e processos de resistência. Exposições mapeadas Galeria de Arte J. Inácio• Eu, barro vermelho que faz mulher– 2021 Outras exposições e circulações Direção do curta experimental Rios que Correm (2021).• Direção do documentário Xokós – 38 anos de (re)conquista da Ilha de São Pedro (2018).• Segunda direção e direção de fotografia do filme Corpo Memória, Caminhar de Volta para Casa (2025).• Produção e apresentação do podcast Sergipretas (2021).• Curadoria e produção da Mostra Ojú – Olhares de Terreiro (2024).• Atuação técnica em curtas-metragens e videoclipes (imagem, som, câmera e fotografia).• Produção autoral em fotografia e fotografia still para projetos audiovisuais. Fontes Informações fornecidas pela artista.• Registros de produções audiovisuais e curadorias realizadas pela artista.• Projetos autorais e colaborativos desenvolvidos em Sergipe. Levantamento realizado no âmbito do projeto Galeria de Arte J. Inácio• Eu, barro vermelho que faz mulher– 2021 Outras exposições e circulações Direção do curta experimental Rios que Correm (2021).• Direção do documentário Xokós – 38 anos de (re)conquista da Ilha de São Pedro (2018).• Segunda direção e direção de fotografia do filme Corpo Memória, Caminhar de Volta para Casa (2025).• Produção e apresentação do podcast Sergipretas (2021).• Curadoria e produção da Mostra Ojú – Olhares de Terreiro (2024).• Atuação técnica em curtas-metragens e videoclipes (imagem, som, câmera e fotografia).• Produção autoral em fotografia e fotografia still para projetos audiovisuais. Informações fornecidas pela artista.• Registros de produções audiovisuais e curadorias realizadas pela artista.• Projetos autorais e colaborativos desenvolvidos em Sergipe. Levantamento realizado no âmbito do projeto CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Davi Cavalcante

PERFIL DO ARTISTA Davi Cavalcante Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1994 Davi Cavalcante é artista multidisciplinar, pesquisador, produtor cultural e curador, com trajetória marcada pela investigação do corpo e de seus atravessamentos políticos, simbólicos e sensíveis. Nascido em Aracaju, em 1994, desenvolve uma produção artística que transita entre diferentes linguagens, compreendendo o suporte como elemento a serviço da mensagem, e não como limite formal da obra. Sua prática artística articula fotografia, performance, audiovisual, colagem, instalação e objeto, incorporando novas técnicas ao longo do percurso conforme as demandas conceituais de cada trabalho. Para Davi, a obra nasce do conteúdo e da experiência, estabelecendo relações diretas entre corpo, território, memória e ancestralidade. A dimensão performativa ocupa papel central em sua produção, entendida como campo de experimentação estética e política. Suas obras tensionam os modos de existência do corpo negro no mundo contemporâneo, propondo reflexões sobre pertencimento, resistência, espiritualidade e afetividade, muitas vezes em diálogo com práticas coletivas e processos colaborativos. Davi Cavalcante possui circulação nacional e internacional, com trabalhos apresentados em salões, exposições, festivais, publicações e mostras audiovisuais em diferentes regiões do Brasil e em países como Argentina, Bélgica, Chile e Portugal. Foi premiado em 1º lugar no 27º Salão dos Novos, em Aracaju, e participou da Creative Residency Cine Luso, em Bruxelas, consolidando sua presença no circuito contemporâneo. Parte significativa de sua produção integra acervos públicos relevantes, como o SESC Brasil, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), a Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (FUNCAP) e a Fundação Cultural Cidade de Aracaju (FUNCAJU). Além disso, suas obras compõem exposições itinerantes de grande relevância nacional, como Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro e Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira. Paralelamente à produção artística, Davi atua como curador, produtor cultural e formador, sendo coordenador da plataforma coletiva Incorpórea. Sua trajetória reafirma uma compreensão ampliada de território, entendendo fronteiras não como limites, mas como espaços de circulação, encontro e criação. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Basta querer Técnica: Ready made A pena e a pedra Técnica: Fotografia Homem carregando sua zona de conforto Técnica: Fotografia Líquido Aqui Técnica: Ready made Quanto falta Técnica: Técnica mista A natureza e nós Técnica: Fotografia Nenhum item encontrado Técnicas Fotografia; performance; audiovisual; colagem; instalação; objeto; artes digitais; práticas multidisciplinares. Temas Corpo; corporeidade; identidade; memória; ancestralidade; performatividade; espiritualidade; território; relações entre arte e política; experiências afro-brasileiras. Exposições mapeadas Galeria de Arte Álvaro Santos • 27º Salão dos Novos – 2019 Galeria de Arte Sesc Cícero Alves dos Santos (Véio) • Monólogos Interiores – 2023 Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) • O corpo e a natureza das coisas – 2021 Galeria de Arte J. Inácio• Mais Menor – 2025 Outras exposições e circulações Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro (2023 – atualmente), exposição itinerante nacional. Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira (2023–2025), com passagens por CCBB São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e MUNCAB (Salvador). 67º Salão de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) – 2021. Participações em exposições e festivais na Argentina, Bélgica, Chile e Portugal, ampliando a circulação de sua produção para além do território nacional. Fontes Texto biográfico e currículo do artista fornecidos pela pesquisadora Registros institucionais das galerias e centros culturais mapeados Catálogos das exposições Dos Brasis e Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira Informações públicas sobre acervos institucionais (SESC Brasil, MAC-PR, FUNCAP, FUNCAJU) Levantamento realizado no âmbito do projeto Galeria de Arte Álvaro Santos • 27º Salão dos Novos – 2019 Galeria de Arte Sesc Cícero Alves dos Santos (Véio) • Monólogos Interiores – 2023 Corredor Cultural Wellington dos Santos (Irmão) • O corpo e a natureza das coisas – 2021 Galeria de Arte J. Inácio• Mais Menor – 2025 Outras exposições e circulações Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro (2023 – atualmente), exposição itinerante nacional. Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira (2023–2025), com passagens por CCBB São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e MUNCAB (Salvador). 67º Salão de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) – 2021. Participações em exposições e festivais na Argentina, Bélgica, Chile e Portugal, ampliando a circulação de sua produção para além do território nacional. Texto biográfico e currículo do artista fornecidos pela pesquisadora Registros institucionais das galerias e centros culturais mapeados Catálogos das exposições Dos Brasis e Encruzilhadas da Arte Afro-brasileira Informações públicas sobre acervos institucionais (SESC Brasil, MAC-PR, FUNCAP, FUNCAJU) Levantamento realizado no âmbito do projeto CONHEÇA MAIS ARTISTAS
Calunga

PERFIL DO ARTISTA Calunga Artista visual | Aracaju-SE | Nasc. 1997 Calunga é artista visual e artista urbano, com atuação contínua no campo das artes visuais há seis anos. Seu nome artístico carrega significados profundos ligados às cosmologias africanas. Calunga é mar, passagem, vazio e imensidão, força e morte, conceito associado às crenças do povo Yorubá e ao mundo dos ancestrais, dimensões simbólicas que atravessam diretamente sua produção artística. Formado em Design Gráfico pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Calunga teve formação complementar no Ateliê 745, onde foi aluno do mestre Elias Santos, experiência que contribuiu para o aprofundamento técnico e poético de sua prática pictórica. Sua trajetória articula a pintura de rua, a pintura de ateliê e a experimentação com materiais diversos, em um fazer que dialoga com o espaço urbano, a memória coletiva e os atravessamentos do corpo negro no cotidiano. Em 2024, foi vencedor do 28º Salão dos Novos, na Galeria de Arte Álvaro Santos (GAAS), reconhecimento que marca um momento importante de legitimação institucional de sua produção. No mesmo período, integrou exposições coletivas de relevância no cenário sergipano, como o II Salão Serigy (2023) e o III Salão Serigy (2024), realizados no contexto do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC). Ainda em 2024, foi um dos artistas premiados no Salão Vesta Viana, participando da programação oficial do FASC. Sua produção também se manifesta de forma expressiva no espaço público. Entre seus trabalhos de pintura urbana, destacam-se os painéis “Zambiapunga”, executado no Centro de Criatividade de Aracaju, e “Cacique Ba Xokó e Elisa Pankararu”, realizado no Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Sergipe (DCE/UFS). Essas obras reafirmam seu compromisso com a valorização de lideranças, símbolos ancestrais e narrativas negras e indígenas. Em 2025, Calunga realizou sua primeira exposição individual na Galeria de Arte Álvaro Santos, consolidando sua presença no circuito institucional das artes visuais em Sergipe. No mesmo ano, foi selecionado para representar o estado no Festival Internacional de Graffiti Pão e Tinta, em Recife, ampliando o alcance de sua produção para além do território sergipano. Suas pinturas abordam questões centrais do existir enquanto jovem negro periférico, como o orgulho identitário, a busca por raízes ancestrais soterradas pelo apagamento histórico e as dores provocadas pelo racismo estrutural cotidiano. Em sua poética, o desejo de aquilombar surge como estratégia de cura, reconexão e fortalecimento comunitário, atravessado por reflexões sobre amor afrocentrado, masculinidade negra e cultura periférica. O uso de materiais variados e suportes não convencionais reforça o caráter experimental e simbólico de sua obra, na qual matéria, gesto e território se articulam como formas de resistência e reexistência. OBRAS DO ARTISTA Todos Todos Gallery Filter Cor de Pele d’Água Técnica: acrílica, tinta de parede, canetão e stencil sobre tela Baía Técnica: Pintura digital Cria II Técnica: Pintura digital Muximba II Técnica: Pintura digital Moa Angoleiro Técnica: Pintura digital Paredões Técnica: Pintura digital Nenhum item encontrado Técnicas Grafite, pintura, desenho, muralismo, arte urbana, técnicas mistas, pintura em tela. Temas Ancestralidade africana, identidade negra, juventude periférica, masculinidade negra, racismo estrutural, memória, aquilombamento, cura coletiva, amor afrocentrado, cultura periférica, espiritualidade e reconexão comunitária. Exposições mapeadas • 28º Salão dos Novos – Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• II Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2023).• III Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2024).• Salão Vesta Viana – programação oficial do FASC (2024). Outras exposições e circulações • Exposição individual – Galeria de Arte Álvaro Santos (2025).• Pinturas urbanas em eventos culturais e espaços públicos.• Painel “Zambiapunga” – Centro de Criatividade de Aracaju.• Painel “Cacique Ba Xokó e Elisa Pankararu” – DCE/UFS.• Representante de Sergipe no Festival Internacional de Graffiti Pão e Tinta (Recife, 2025). Fontes • Informações fornecidas pelo artista.• Registros institucionais da Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• Programações oficiais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC).• Documentação de eventos culturais e festivais de arte urbana. • 28º Salão dos Novos – Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• II Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2023).• III Salão Serigy – Festival de Artes de São Cristóvão (2024).• Salão Vesta Viana – programação oficial do FASC (2024). Outras exposições e circulações • Exposição individual – Galeria de Arte Álvaro Santos (2025).• Pinturas urbanas em eventos culturais e espaços públicos.• Painel “Zambiapunga” – Centro de Criatividade de Aracaju.• Painel “Cacique Ba Xokó e Elisa Pankararu” – DCE/UFS.• Representante de Sergipe no Festival Internacional de Graffiti Pão e Tinta (Recife, 2025). • Informações fornecidas pelo artista.• Registros institucionais da Galeria de Arte Álvaro Santos (FUNCAJU).• Programações oficiais do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC).• Documentação de eventos culturais e festivais de arte urbana. CONHEÇA MAIS ARTISTAS